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14/09/2026

 

 [#### Sistema OCB debate modernização das relações de trabalho no agro

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-debate-modernizacao-das-relacoes-de-trabalho-no-agro)Em congresso de Direito Agrário, entidade abordou contrato por safra e segurança jurídica no campo Os desafios para conciliar as particularidades da produção agropecuária, a formalização das relações de trabalho e a proteção dos trabalhadores estiveram entre os temas levados pelo Sistema OCB ao Congresso Brasileiro de Direito Agrário e Agronegócio, realizado nos dias 10 e 11 de setembro, em Brasília. O coordenador sindical da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), Bruno Vasconcellos, participou do encontro com uma análise sobre o contrato de trabalho por safra e os caminhos para aperfeiçoar a legislação aplicada ao trabalho rural. Promovido pela Associação Brasileira de Direito Agrário e Agronegócio (JurAgro), o congresso integrou a programação científica da 34ª Expoabra Brasília 2026, no Parque de Exposições Granja do Torto, em Brasília. Com o tema O Direito na Sustentação do Agronegócio: segurança jurídica e resiliência em tempos de crise, o encontro reuniu especialistas, produtores rurais, representantes do setor produtivo, instituições financeiras, cooperativas e profissionais do Direito para discutir questões como crédito rural, regularização fundiária, contratos, tributação e meio ambiente. Em sua participação, Bruno destacou que a própria dinâmica da produção agropecuária exige instrumentos trabalhistas capazes de acompanhar os ciclos do campo. Ele lembrou que as atividades rurais possuem períodos de maior demanda por mão de obra, especialmente durante plantio e colheita, o que torna a contratação temporária uma característica inerente a diversas cadeias produtivas. Além disso, o contrato de safra já possui disciplina específica na Lei 5.889/1973 e vincula a duração da relação de trabalho às variações sazonais da atividade agrícola. “A sazonalidade faz parte da realidade do campo e precisa estar refletida em instrumentos que ofereçam segurança para quem produz e para quem trabalha. O contrato de safra cumpre um papel importante nesse sentido, porque permite atender períodos específicos de maior demanda de mão de obra dentro de uma relação formal de trabalho”, afirmou Bruno. Formalização Um dos principais pontos apresentados pelo coordenador foi justamente o desafio de ampliar a formalização dos trabalhadores safristas sem criar uma escolha entre o emprego temporário e a manutenção da proteção social. A questão ganhou espaço no debate legislativo com o PL 715/2023, aprovado pelo Congresso Nacional com dispositivos voltados à preservação de benefícios sociais durante o período de contratação formal na safra. A proposta previa que trabalhadores temporários do campo pudessem manter benefícios sociais durante a vigência do contrato e estabelecia mecanismos para o registro das informações enquanto o eSocial ainda não dispusesse de campo específico para essa finalidade. O objetivo era reduzir um dos obstáculos identificados à formalização: o receio de que a assinatura da carteira durante uma atividade temporária pudesse comprometer o acesso do trabalhador a programas sociais. “Quando a formalização passa a ser percebida pelo trabalhador como um risco à renda familiar, cria-se uma distorção que afeta toda a cadeia. Precisamos construir uma solução que estimule o emprego formal durante a safra, preserve a proteção social e dê previsibilidade ao produtor para contratar nos períodos em que a atividade exige reforço de mão de obra”, ressaltou. O PL 715/2023 recebeu veto integral do Poder Executivo, por meio da Mensagem 520/2026, e a decisão agora cabe ao Congresso Nacional, que poderá manter ou derrubar o veto. Ainda não há previsão para a análise, e a perspectiva é de que o tema seja apreciado somente após as eleições. Para Bruno, a discussão representa uma oportunidade para aproximar a legislação das transformações experimentadas pelo setor agropecuário. Nesse contexto, ele também chamou atenção para o PL 4.812/2025, que propõe um novo marco para o trabalho rural e atualiza regras diante de mudanças tecnológicas no campo, incluindo a utilização de máquinas operadas a distância e drones. A proposta substituiria a atual Lei 5.889/1973 e segue em discussão no Congresso. “O agro mudou profundamente nas últimas décadas. Incorporou tecnologia, novas formas de produção e novas relações de trabalho. A legislação precisa acompanhar essa evolução, com regras claras e adequadas à realidade contemporânea do campo. Modernizar esse ambiente significa criar condições para gerar emprego formal, produtividade e segurança jurídica”, acrescentou. A participação do Sistema OCB no congresso também dialogou com outros temas da programação diretamente relacionados às cooperativas e ao ambiente de negócios do campo. Ao longo dos dois dias, o evento discutiu Reforma Tributária, crédito rural, sucessão rural, regularização fundiária, mercado de carbono, licenciamento ambiental e aspectos tributários do cooperativismo agropecuário. Relações previdenciárias ‘De forma complementar, Bruno abordou a discussão sobre exposição ao agente nocivo ruído e seus efeitos previdenciários. O Sistema OCB acompanha propostas em tramitação no Congresso que tratam da aposentadoria especial, do uso de equipamentos de proteção individual e da contribuição adicional para o financiamento desse benefício. Entre elas estão o PLP 42/2023 e o PDL 106/2025, na Câmara, além do PL 385/2023, do PL 1.363/2021 e do PDL 351/2024, no Senado. O tema também chegou ao Supremo Tribunal Federal por meio da ADI 7773, que discute a constitucionalidade da contribuição adicional para aposentadoria especial nos casos de exposição a ruído. O Sistema OCB ingressou na ação como amicus curiae para apresentar ao STF a perspectiva do cooperativismo. “Nossa atuação busca contribuir para regras que conciliem a proteção do trabalhador com segurança jurídica para cooperativas e demais empregadores. São discussões que envolvem impactos relevantes sobre as relações de trabalho e precisam ser construídas com equilíbrio, clareza e previsibilidade”, concluiu Bruno. Saiba Mais: Cooperativas de artesanato ampliam mercados do Ceará a Paris Cooperativas reduzem custos com eficiência energética Senado aprova projeto que moderniza o Seguro Rural no Brasil

 

[![Sistema OCB debate modernização das relações de trabalho no agro](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-debate-modernizacao-das-relacoes-de-trabalho-no-agro)

 

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12/09/2026

 

 [#### Brasil amplia representação

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/brasil-amplia-representacao-internacional-em-agenda-no-panama)Sistema OCB participa de semana de assembleias, eleições e debates globais da ACI O cooperativismo brasileiro está presente, nesta semana, em uma das principais agendas internacionais do movimento. Entre os dias 13 e 18 de setembro, a Cidade do Panamá recebe uma série de assembleias, reuniões e encontros promovidos pela Aliança Cooperativa Internacional (ACI) e suas organizações regionais e setoriais, além da Conferência Global da entidade. O Sistema OCB participa da programação com uma delegação brasileira formada por 34 representantes da entidade, organizações estaduais e lideranças cooperativistas, em uma agenda voltada à ampliação da presença do Brasil nos espaços de decisão e à construção de conexões com organizações de diferentes países. A semana reúne processos eleitorais para instâncias de governança da ACI global e da ACI Américas, assembleias de organizações setoriais e debates sobre temas estratégicos para o futuro do cooperativismo. Para o Sistema OCB, a participação faz parte de uma atuação internacional que busca fortalecer a voz do cooperativismo brasileiro, ampliar sua contribuição para as discussões globais e aproximar experiências capazes de gerar oportunidades para as cooperativas do país. Essa estratégia envolve diferentes frentes, da juventude ao cooperativismo agropecuário, passando pelas organizações de indústria e serviços e pelos espaços de governança continental e mundial. Os primeiros resultados dessa mobilização já estão sendo registrados. No domingo (13), primeiro dia da agenda brasileira no Panamá, o Sistema OCB foi eleito para integrar a Junta Diretiva do Comitê Regional de Juventude da ACI Américas, e será representado por Enzo Ramos, analista de Relações Internacionais. No mesmo dia, Margareth Cunha, pioneira do cooperativismo brasileiro de Trabalho foi reeleita como membro da Cicopa, organização internacional que representa as cooperativas de indústria e serviços. A presença nas organizações setoriais integra a estratégia de ocupar diferentes instâncias do movimento cooperativista internacional. Além de juventude e Cicopa, a delegação brasileira participa, ao longo da semana, de agendas relacionadas ao cooperativismo agropecuário, à articulação continental nas Américas e à própria estrutura global da ACI. Juventude ganha espaço A eleição de Enzo ocorreu durante a Assembleia Geral do Comitê Regional de Juventude da ACI Américas e fortalece a participação brasileira em um espaço dedicado à inserção das novas gerações nas discussões e decisões do movimento cooperativista continental. A juventude integra uma das frentes consideradas estratégicas para a ampliação e diversificação da representação brasileira no cenário internacional. O tema ganha relevância diante dos desafios relacionados à renovação das lideranças e à participação dos jovens nos processos de decisão das organizações cooperativas. “Essa é uma oportunidade única para o cooperativismo brasileiro. Poderemos levar nossas histórias, o que fazemos de bom e aprendermos com nossos parceiros regionais”, afirmou Enzo, ao comemorar o resultado. Para o presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa participação está diretamente relacionada à capacidade de preparar o cooperativismo para as próximas décadas. “Os jovens precisam participar das decisões, trazer novas ideias e ajudar a responder às transformações que estão acontecendo no mundo. Renovar lideranças e formar novas gerações de cooperativistas também é uma agenda estratégica”, declarou. Para encerrar as atividades do primeiro dia da agenda, a delegação brasileira participou ainda de um jantar oferecido pela The Indian Farmers Fertiliser Cooperative (IFFCO), cooperativa multiestatal da Índia que fabrica e comercializa fertilizantes. Saiba Mais: Cooperativas de artesanato ampliam mercados do Ceará a Paris Cooperativas reduzem custos com eficiência energética Senado aprova projeto que moderniza o Seguro Rural no Brasil

 

[![Brasil amplia representação](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/brasil-amplia-representacao-internacional-em-agenda-no-panama)

 

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11/09/2026

 

 [#### Sistema OCB leva o coop a encontro de lideranças femininas da Forbes 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-o-coop-a-encontro-de-liderancas-femininas-da-forbes)Evento reuniu executivas para discutir liderança, representatividade e abertura de caminhos para mulheres O cooperativismo brasileiro esteve presente na 9ª edição do Forbes Power Lunch Mulheres Mais Poderosas do Brasil, realizada nesta quinta-feira (10), em São Paulo. Representado pela presidente executiva Tania Zanella, o Sistema OCB participou do encontro, que reuniu algumas das principais lideranças femininas do país para debater protagonismo, representatividade e a ampliação da presença das mulheres nos espaços de decisão. Em sua nona edição, o Power Lunch promoveu reflexões sobre o legado das mulheres que romperam barreiras em suas carreiras e como essas conquistas podem abrir oportunidades para novas gerações de lideranças. Executivas dos setores financeiro, tecnologia, varejo, moda e indústria compartilharam experiências sobre os desafios de ocupar posições historicamente dominadas por homens. Para Tania Zanella, reconhecida como uma das 16 mulheres mais poderosas do Brasil em 2026, a presença do movimento em espaços de diálogo como esse fortalece uma agenda que também faz parte do desenvolvimento das cooperativas brasileiras. “Estar em um ambiente que reúne mulheres com trajetórias tão diversas reforça a importância de ampliarmos cada vez mais os espaços de liderança feminina. No cooperativismo, acreditamos que diversidade, participação e representatividade fortalecem as organizações e contribuem para decisões mais conectadas às pessoas e às comunidades”, afirmou. Abrir caminhos Um dos momentos centrais da programação foi o painel As últimas primeiras: quando ocupar espaços abre caminhos e constrói legado, mediado pela editora da Forbes Mulher, Fernanda Almeida. Participaram da conversa Juliana Sztrajtman, CEO da Amazon Brasil; Laiz Carvalho, economista para Brasil do BNP Paribas; e Katarina Camarotti, diretora-executiva do Grupo Forbes Brasil. As palestrantes destacaram que chegar a cargos de liderança representa mais do que uma conquista individual: significa criar referências e ampliar oportunidades para outras mulheres. Segundo Tania, esse compromisso também orienta o trabalho desenvolvido pelo Sistema OCB em favor da formação de novas lideranças no cooperativismo. “Quando uma mulher chega a um espaço de decisão, existe também a oportunidade de abrir portas para que outras cheguem. Esse movimento precisa ser permanente. Temos mulheres extremamente qualificadas no cooperativismo brasileiro e queremos que elas estejam cada vez mais presentes onde as decisões são tomadas”, acrescentou. O encontro também contou com a participação de lideranças como Renata Vichi, ex-CEO e conselheira do Grupo CRM; Luana Ozemela, vice-presidente do iFood; Dani Ota, CEO da Dior; Sandra Chayo, CEO da Hope; e Fayda Belo, advogada e influenciadora. Saiba mais: Tania Zanella é reconhecida entre mulheres mais poderosas do Brasil Roberto Rodrigues ressalta conquistas do coop na Forbes

 

[![Sistema OCB leva o coop a encontro de lideranças femininas da Forbes ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-o-coop-a-encontro-de-liderancas-femininas-da-forbes)

 

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10/09/2026

 

 [#### Cooperativas de artesanato ampliam mercados do Ceará a Paris 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/cooperativas-de-artesanato-ampliam-mercados-do-ceara-a-paris)Fenacce reúne 12 cooperativas em Fortaleza, enquanto Jornada Exportadora conecta artesanato brasileiro a compradores europeus Do Ceará a Paris, o artesanato cooperativo brasileiro ganha novas vitrines e amplia conexões comerciais no Brasil e no exterior. Em setembro, o Sistema OCB participa de duas frentes voltadas ao acesso a mercados: a 8ª Feira Nacional de Artesanato e Cultura (Fenacce), em Fortaleza, e a Jornada Exportadora do Artesanato – Paris 2026, realizada pela ApexBrasil, parceira estratégica do Sistema OCB na promoção internacional das cooperativas do segmento. As iniciativas fazem parte da estratégia dos programas NegóciosCoop Mercados Nacional e Internacional, do Sistema OCB, que atuam para ampliar o acesso das cooperativas a mercados, gerar oportunidades comerciais e aproximá-las de compradores, lojistas, parceiros e novos canais de venda, no Brasil e no exterior. O movimento também evidencia a capacidade do cooperativismo de transformar conhecimentos tradicionais, identidade cultural e produção coletiva em produtos com valor agregado, geração de renda e oportunidades para as comunidades. “A participação em feiras e rodadas de negócios permite que as cooperativas ampliem sua presença comercial, conheçam novos compradores e estejam mais preparadas para acessar diferentes mercados. Nosso objetivo é criar condições para que elas transformem essas conexões em oportunidades concretas e sustentáveis de negócios”, afirma Pâmella Jerônimo de Lima, coordenadora de Negócios do Sistema OCB. Fenacce reúne 12 cooperativas de nove estados Realizada de 4 a 13 de setembro, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, a Fenacce conta com um estande exclusivo de 84 m² do Sistema OCB. O espaço reúne 12 cooperativas de artesanato de nove estados: Arteza (PB), Bordana (GO), Coopercrutac (RN), Cobarts (RN), Coomajt (PB), Dedo de Gente (MG), Turiarte (PA), Mulheres de Barro (PA), Cooperartban (AL), Coopervej (CE), Luz e Arte (MA) e Copamart (AM). No estande, o público encontra diferentes expressões do artesanato cooperativo brasileiro, com bordados, cerâmicas, cestarias, esculturas em ferro e barro, itens de decoração, peças artesanais e alimentos. A diversidade representa técnicas, culturas e tradições das regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. Além da exposição e comercialização dos produtos, as cooperativas participam de visitas técnicas orientadas à Central de Artesanato do Ceará (CeArt) e ao Centro das Rendeiras da Prainha de Aquiraz. As atividades foram estruturadas para estimular a observação de práticas, soluções e formas de organização que possam ser adaptadas posteriormente à realidade de cada cooperativa. A metodologia segue o percurso de observar, perguntar, aprender e identificar o que pode ser incorporado aos negócios. A proposta é fazer com que a participação na feira vá além da comercialização imediata e contribua também para aprimorar gestão, posicionamento e estratégias de mercado.A Fenacce se consolidou como uma importante plataforma para o setor. Em 2025, foram 390 estandes, mais de 2,5 mil artesãos e aproximadamente 41 mil visitantes. A edição registrou ainda expectativas superiores a R$ 24 milhões em negócios para os meses seguintes. De Fortaleza para o mercado internacional Enquanto cooperativas apresentam seus produtos ao mercado brasileiro no Ceará, outra frente da estratégia ocorre na França. Com apoio do Sistema OCB, Comart (RN), Copamart e Turiarte participam da Jornada Exportadora do Artesanato – Paris 2026. Copamart e Turiarte também participam como expositoras da Maison &amp; Objet. A programação começou, na segunda-feira (7), com um seminário dedicado ao mercado francês. Os debates abordaram regras e canais de comercialização, tendências de consumo, posicionamento e estratégias para alcançar consumidores franceses de alto padrão. Na terça-feira (8), a delegação participou de visitas técnicas a espaços comerciais e de design, entre eles Galeries Lafayette, Galerie Brazil Modernist, Le Bon Marché e Sinara Boutique. Já na quarta-feira (9), as cooperativas tiveram um dia dedicado às rodadas de negócios com potenciais compradores. Nesta quinta-feira (10), a agenda chegou à Maison &amp; Objet, uma das principais vitrines internacionais dos segmentos de decoração, design e lifestyle. A programação prevê visita à feira, encontro da delegação no Pavilhão da ApexBrasil, cerimônia oficial de abertura do Pavilhão Brasileiro e visita guiada. Para Jessica Alencar Dias, analista de Negócios Internacionais do Sistema OCB, a iniciativa tem um impacto que ultrapassa a própria comercialização dos produtos. “Para o artesanato brasileiro, acessar o mercado internacional é especialmente estratégico porque amplia as possibilidades de geração de renda e, ao mesmo tempo, valoriza produtos que carregam identidade, cultura, design e a história dos territórios onde são produzidos”, descreve. Ainda segundo ela, os resultados estão diretamente relacionados ao propósito do cooperativismo. “Quando uma cooperativa conquista um novo mercado, o resultado não fica concentrado em uma única pessoa. Ele chega aos cooperados, às suas famílias e movimenta economicamente as comunidades locais”, acrescenta. Outro ponto destacado pela analista é o impacto da abertura de mercados para as mulheres, que têm forte presença nas cooperativas de artesanato. “Ampliar as oportunidades comerciais dessas cooperativas significa também contribuir para a autonomia econômica de muitas mulheres, para a geração de renda e para o desenvolvimento dos territórios onde elas vivem. Por isso, apoiar a internacionalização dessas cooperativas é, para o Sistema OCB, uma forma muito concreta de promover negócios e desenvolvimento local ao mesmo tempo”, conclui. Negócio fechado Os primeiros resultados da Jornada já começaram a aparecer. Para a Comart, cooperativa do Rio Grande do Norte especializada em bordados artesanais, a rodada resultou em um negócio fechado com uma compradora da Grécia e abriu perspectivas de negociações com Portugal e Bélgica. “As reuniões foram bem proveitosas. Estou muito feliz com o resultado, com um negócio fechado com a compradora da Grécia e mais dois possíveis em andamento cm Portugal e Bélgica”, relatou a presidente Jailma Araújo. Segundo ela, os compradores demonstraram interesse tanto nas peças, quanto na forma como são produzidas. “Eles mostraram interesse e curiosidade no processo de desenvolvimento dos nossos produtos, na variedade de pontos e nas texturas únicas”. A Comart trabalha com bordados produzidos inteiramente à mão, reunindo técnicas tradicionais e máquinas de costura acionadas a pedal. A produção inclui peças para cama, mesa e banho, decoração e moda. Os bordados produzidos na região contam ainda com Indicação Geográfica (IG) concedida pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), reconhecimento relacionado à origem e às características do trabalho artesanal local. Novos produtos A Copamart, de Manaus (AM), também saiu das reuniões com perspectivas de continuidade das negociações. Compradores solicitaram imagens de outros produtos da cooperativa para avaliar aquisições e, em alguns casos, sinalizaram o envio de desenhos e referências para o desenvolvimento de peças exclusivas. “A Rodada de Negócios foi muito boa para nós. Tivemos a oportunidade de apresentar nossos produtos, entender melhor o que os compradores europeus procuram e receber retornos muito importantes sobre o potencial do nosso trabalho”, afirmou a presidente da cooperativa, Terezinha Lira. Para ela, os contatos feitos em Paris demonstram que há espaço para o artesanato da cooperativa na Europa, embora as conversas ainda estejam em estágio inicial. “Como ainda estamos no começo das negociações, é cedo para falar em valores fechados, mas saímos da rodada com ótimos contatos e portas abertas para continuar essas conversas depois”, completou. Fundada em 2011 e sediada em Manaus, a Copamart reúne 14 artesãs e produz biojoias, acessórios de moda e itens de decoração utilizando fibras naturais, sementes, madeira, têxteis e materiais reciclados. Identidade amazônica Também presente na Jornada, a Turiarte levou à Europa peças produzidas por mulheres de comunidades da região do Rio Arapiuns, no Pará. “O feedback foi muito positivo. Os compradores destacaram principalmente a identidade do nosso artesanato, o colorido das peças e o fato de trabalharmos com princípios de comércio justo. Isso mostrou para nós que existe, sim, potencial para os produtos da Turiarte no mercado europeu”, contou Natália Dias, presidente da cooperativa. Um dos sinais positivos surgiu depois da própria rodada. Uma lojista indicou os produtos e compartilhou o contato da cooperativa com outros comerciantes que não haviam participado das reuniões. Para Natália, a experiência também permitiu identificar os ajustes necessários para avançar no comércio exterior. “Além das reuniões de negócios, estamos tendo a oportunidade de conhecer melhor o mercado internacional, trocar experiências e entender o que precisamos aprimorar para estar cada vez mais preparados para exportar nossos produtos, inclusive em questões práticas, como embalagem, logística e envio das peças”, explicou. Fundada em 2015 às margens do Rio Arapiuns, no Pará, a Turiarte nasceu da união de sete comunidades e da força de 70 mulheres. Atualmente, reúne mais de 130 mulheres, que encontram no trabalho artesanal com a palha de tucumã uma fonte de renda, autonomia econômica e preservação da cultura local. Saiba mais: Sistema OCB fortalece exportações de cooperativas na Fenearte Sistema OCB integra missão que leva artesanato brasileiro à Europa

 

[![Cooperativas de artesanato ampliam mercados do Ceará a Paris ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/cooperativas-de-artesanato-ampliam-mercados-do-ceara-a-paris)

 

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09/09/2026

 

 [#### Sistema OCB e Cofen discutem avanços para cooperativas de enfermagem 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-e-cofen-discutem-avancos-para-cooperativas-de-enfermagem)Encontro abordou registro obrigatório e participação em congresso da categoria em NatalO Sistema OCB e o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) discutiram, nesta quinta-feira (10), iniciativas para fortalecer a atuação das cooperativas de enfermagem e ampliar a parceria entre as duas instituições. O encontro contou com a participação do vice-presidente do Cofen, Daniel Menezes de Souza, e de representantes do cooperativismo. Entre os principais temas debatidos esteve a possibilidade de o Cofen orientar os Conselhos Regionais de Enfermagem (Corens) sobre o registro obrigatório das cooperativas no Sistema OCB. A iniciativa busca ampliar o alinhamento institucional e contribuir para a regularidade e o fortalecimento das organizações cooperativistas que atuam no setor. A reunião também tratou da participação do cooperativismo no próximo Congresso Brasileiro dos Conselhos de Enfermagem (CBCENF), espaço de discussão e troca de experiências entre profissionais e instituições da enfermagem. O evento será realizado entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro no Centro de Convenção de Natal (RN). Para o presidente do Sistema OCB/DF, Remy Gorga Neto, que participou da reunião, o encontro reforça o reconhecimento do modelo cooperativista e abre espaço para novas ações conjuntas. “O cooperativismo sai da reunião mais reconhecido e com a possibilidade de ampliar parcerias com o Cofen e com os Corens”, afirmou. O vice-presidente do Cofen, Daniel Menezes de Souza, também destacou a aproximação entre as instituições e as possibilidades de atuação conjunta em temas de interesse da enfermagem. “O Cofen e o Sistema OCB possuem pautas convergentes e que podem ser trabalhadas em conjunto, para o fortalecimento da enfermagem no país”, destacou Daniel. Como encaminhamento, Sistema OCB e Cofen devem realizar novos encontros para dar continuidade às pautas discutidas e avançar na construção de outras parcerias entre as instituições. Saiba Mais: Saúde cooperativa: acesso, emprego e inovação para o Brasil Dia Mundial da Saúde: cooperativas são protagonistas em atendimento e resultados

 

[![Sistema OCB e Cofen discutem avanços para cooperativas de enfermagem ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-e-cofen-discutem-avancos-para-cooperativas-de-enfermagem)

 

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09/09/2026

 

 [#### Cooperativas reduzem custos com eficiência energética 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/cooperativas-reduzem-custos-com-eficiencia-energetica)Cases mostram economia milionária com uso de IA, energia solar, biomassa e ganhos de eficiência Reduzir a conta de energia deixou de ser uma iniciativa restrita à agenda ambiental e passou a fazer parte das estratégias de produtividade e competitividade das cooperativas brasileiras. Experiências nos setores de crédito e agro mostram que automação, inteligência artificial, energia solar, biomassa e mudanças na operação já são utilizadas para cortar despesas, reduzir desperdícios e aumentar a eficiência. Os resultados foram apresentados nesta quarta (9) e quinta-feira (10), durante dois Workshops de Eficiência Energética promovidos pelo Sistema OCB em formato online. No primeiro dia, a programação foi dedicada às cooperativas de crédito, com experiências dos sistemas Sicredi, Sicoob e Cresol. Nesta quinta-feira, o foco passou para as cooperativas agropecuárias, com cases de Aurora Coop, C.Vale e Coasa. No Sicredi, por exemplo, a combinação entre automação, análise de dados e gestão das contas de energia já proporcionou aproximadamente R$ 6,1 milhões em economia. No Sicoob, o uso de inteligência artificial e machine learning na climatização de um data center aumentou a eficiência energética em 16,27% nos primeiros 120 dias de operação. Já a Cresol Horizonte conseguiu reduzir o consumo em 12,67% em um ano, mesmo com a abertura de duas novas agências e a ampliação do número de colaboradores. No agro, as discussões reforçaram a relação direta entre eficiência energética, produtividade, custos de produção e margem. A programação mostrou que uma gestão estruturada começa pela medição do consumo e pela criação de indicadores capazes de revelar desperdícios incorporados à rotina das operações. Além da geração própria de energia, os ganhos podem vir de ajustes em equipamentos, manutenção, automação e processos produtivos, especialmente em atividades de alto consumo, como refrigeração, secagem de grãos, aeração e produção de vapor. As apresentações fazem parte da estratégia do Sistema OCB para estimular as cooperativas a tratarem a energia também como uma variável econômica do negócio. A Solução Eficiência Energética integra o Programa ESGCoop e combina diagnóstico, capacitação, consultoria e acompanhamento para identificar desperdícios, reduzir custos e melhorar o desempenho energético. Para Clara Maffia, gerente geral de Negócios do Sistema OCB, eficiência energética precisa ser observada também pela perspectiva econômica. “Quando falamos de eficiência energética, estamos falando, na prática, de competitividade das cooperativas. Quando pensamos em reduzir desperdícios, otimizar processos, aumentar a eficiência operacional e melhorar as margens, temos um resultado ainda mais positivo para a cooperativa e para os cooperados”, afirmou. Eficiência começa pelo diagnóstico e pela gestão do consumo Alexandre Matter, sócio da Stride, consultoria parceira do Sistema OCB, participou do primeiro dia e ressaltou, em sua apresentação, que eficiência energética envolve uma gestão contínua do consumo, a partir do diagnóstico das instalações, definição de indicadores, identificação de desperdícios, padronização de processos e acompanhamento dos resultados.Segundo ele, fatores como clima, tamanho das unidades, horários de funcionamento, climatização, iluminação e equipamentos influenciam o desempenho energético. “A proposta é transformar as oportunidades identificadas em melhorias permanentes na operação e incorporar a eficiência energética à gestão das cooperativas”, declarou. Já no segundo dia, voltado às cooperativas agropecuárias, Marcos Gilberto Beuren, também sócio da Stride, ressaltou a importância de identificar desperdícios incorporados à rotina e transformar o consumo de energia em indicador de desempenho. “No agro, processos como refrigeração, aeração, moagem, secagem e produção de vapor concentram oportunidades relevantes de economia, que podem ser ampliadas com automação, inversores de frequência, melhorias nos sistemas produtivos e aproveitamento de resíduos para geração de energia”, considerou.Beuren também chamou atenção para a análise do custo dos equipamentos ao longo de sua vida útil, uma vez que o consumo de energia representa uma parcela significativa do custo total de operação. Sicredi registra R$ 6,1 milhões em economia No Sicredi, as ações de eficiência energética envolvem mais de 260 unidades consumidoras e 45 cooperativas. Entre as medidas estão otimização da demanda contratada, recuperação de cobranças indevidas das concessionárias, gestão do desempenho e rateio de usinas solares, Mercado Livre de Energia, consórcio de energia e migração tarifária. Desde 2022, mais de 148 mil faturas de energia foram automatizadas. Em 2026, o acompanhamento já reúne mais de 3,7 mil unidades consumidoras, com aproximadamente 21 mil faturas capturadas e cerca de 85% dos dados de energia obtidos automaticamente. “A automação dos dados de energia contribui para as ações de eficiência operacional do Sicredi e também para a redução das emissões de gases de efeito estufa. Hoje, conseguimos trabalhar esses dados para identificar oportunidades de economia e tornar a gestão cada vez mais eficiente”, afirmou Raissa Cabral, analista administrativo financeiro do sistema. O avanço também aparece na origem da energia consumida. A participação das fontes renováveis passou de 23,1%, em 2022, para 51,3%, em 2025. No ano passado, foram 63.835 MWh provenientes de fontes renováveis, diante de um consumo total de 124.375 MWh. Inteligência artificial aumenta eficiência de data center do Sicoob No Sicoob, a eficiência energética chegou à infraestrutura tecnológica. O Data Center SIG passou a utilizar inteligência artificial e machine learning para controlar a climatização. Nos primeiros 120 dias de operação, a tecnologia proporcionou ganho de eficiência energética de 16,27%. Segundo os dados apresentados, o Sicoob tornou-se o segundo data center do Brasil a operar a climatização integralmente por uma plataforma de inteligência artificial e machine learning. Outra frente está no Mercado Livre de Energia. O Sicoob contabiliza R$ 2,3 milhões em economia desde a migração. Desde outubro de 2024, 100% da energia consumida pelo Data Center SIG e pelo Centro Cooperativo Sicoob (CCS) é proveniente de fontes renováveis. “Eficiência energética é sustentabilidade, competitividade e resiliência. A tecnologia e a gestão mostram que é possível transformar compromissos ambientais em resultados concretos para o negócio”, afirmou Alex Santiago, coordenador de Tecnologia da Informação. Na estrutura predial, as iniciativas incluem automação da iluminação, modernização da climatização e substituição de equipamentos por modelos mais eficientes. Entre as ações previstas está a troca de 3 mil notebooks em 2026, com redução estimada de aproximadamente 30% no consumo de energia desses equipamentos. Cresol combina energia solar, tecnologia e gestão Na Cresol, a estratégia de eficiência energética combina geração solar, monitoramento do consumo e gestão da operação. Na sede da instituição, que reúne 674 colaboradores em 26 mil metros quadrados de área edificada, 373 placas solares produziram 10.220 kWh em junho de 2026, o equivalente a 13,4% do consumo do mês. A economia foi estimada em R$ 9,5 mil mensais, com projeção superior a R$ 114 mil por ano. Sensores, acompanhamento das faturas e gestão dos horários de maior demanda complementam a estratégia, que concentra 89,4% do consumo fora do horário de ponta. Os ganhos também aparecem nas cooperativas singulares. Na Cresol Horizonte, o consumo de energia caiu 12,67% entre julho de 2025 e julho de 2026, mesmo com a expansão de 20 para 22 agências e o aumento de 226 para 262 colaboradores. “Conseguimos reduzir o consumo em 12,67%, mesmo com o aumento de 36 colaboradores e a abertura de duas novas agências. Isso mostra que, quando existe acompanhamento e envolvimento das equipes, é possível crescer e, ao mesmo tempo, consumir energia de forma mais eficiente”, afirmou a analista de Relacionamento Kely de Oliveira Ramos. Aurora Coop projeta economia de R$ 180 mil por ano Na Aurora Coop, Luciano Braz Acosta, do Departamento de Manutenção, e Diego Cadaval Machado, encarregado de Utilidades, apresentaram uma experiência desenvolvida no sistema de refrigeração de uma unidade industrial em Chapecó (SC). A partir de diagnóstico, a equipe identificou que, nos fins de semana, quando a carga térmica da unidade era menor, era possível reorganizar o funcionamento do sistema e operar com um compressor a menos. A mudança permitiu uma redução de aproximadamente 12,36 MWh por fim de semana, com economia projetada em cerca de R$ 180 mil por ano. O principal diferencial é que a medida não exigiu a aquisição de novos equipamentos. A economia veio da reorganização da operação e da adequação do sistema de refrigeração à demanda efetiva da unidade. “Não há necessidade de ficar com dois compressores ligados consumindo energia sem necessidade”, explicou Diego. C.Vale encontra oportunidades em matrizeiro de 48 milhões de ovos por ano Pela C.Vale, o engenheiro eletricista André Luiz Ribeiro Barbieri apresentou a experiência realizada em um matrizeiro de aves da cooperativa em Palotina (PR), responsável pela produção de cerca de 48 milhões de ovos por ano. A escolha do local foi proposital. Em vez de concentrar o diagnóstico em uma grande planta industrial ou casa de máquinas, a cooperativa decidiu procurar oportunidades em uma estrutura que normalmente receberia menos atenção quando o assunto é eficiência energética. O diagnóstico identificou oportunidades de redução de consumo na iluminação, nos motores, na climatização, no isolamento dos aviários, na manutenção das placas evaporativas e até na forma como os colaboradores se deslocam dentro da unidade. “Quando pensamos em eficiência energética, olhamos além da questão elétrica, da energia. Verificamos também a questão do processo”, afirmou. Essa visão levou a cooperativa a revisar rotinas de manutenção e limpeza dos equipamentos utilizados na climatização dos galpões. As primeiras medidas implementadas representaram economia estimada em cerca de R$ 53 mil por ano. O diagnóstico também passou a fornecer referências para futuros projetos da cooperativa, permitindo que soluções identificadas no matrizeiro sejam consideradas desde a concepção de novas estruturas. Coasa aposta em biomassa e busca resíduo zero Na Coasa, a diretora administrativa Aline Bacega apresentou uma experiência ainda em fase de implementação. A cooperativa começou a estruturar indicadores para mensurar os resultados das mudanças realizadas principalmente no processo de secagem de grãos. Uma das principais frentes é a substituição gradual de sistemas alimentados com lenha por equipamentos que utilizam cavaco de madeira como biomassa. “Ainda não tem indicadores, mas percebemos que a qualidade do produto seco fica muito melhor porque tem uma uniformidade de trabalho”, relatou. A mudança também traz reflexos sobre a mão de obra e a segurança. Como a secagem de grãos pode funcionar 24 horas por dia, a maior uniformidade do processo reduz a necessidade de intervenções e melhora as condições operacionais. A estratégia da Coasa, porém, vai além da substituição do combustível. A cooperativa pretende aproveitar resíduos gerados na armazenagem, secagem e processamento de grãos como fonte de energia para a própria operação. “O sonho da cooperativa e ter resíduo zero”, acrescentou Aline. Fórum Latino-Americano amplia debate sobre transição energética Após os dois dias de workshops, a agenda de eficiência energética no cooperativismo terá continuidade nos dias 24 e 25 de novembro, em Brasília (DF), com o II Fórum Latino-Americano de Energia Cooperativa. O encontro será realizado pelo Sistema OCB em parceria com a Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV) e reunirá especialistas de diferentes nacionalidades para debater temas estratégicos relacionados ao avanço da transição energética. Saiba Mais: Sistema OCB leva diagnóstico de eficiência energética à Copasul Diagnóstico de eficiência energética chega à Cooperbelgo Solução Eficiência energética transforma dados em decisões

 

[![Cooperativas reduzem custos com eficiência energética ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/cooperativas-reduzem-custos-com-eficiencia-energetica)

 

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04/09/2026

 

 [#### Sistema OCB integra missão que leva artesanato brasileiro à Europa

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-integra-missao-que-leva-artesanato-brasileiro-a-europa)Cooperativas e associações participam de agenda com compradores e especialistas em Paris O artesanato brasileiro desembarca em Paris na próxima semana com uma agenda voltada a novos negócios e à entrada em mercados internacionais. Entre os dias 7 e 10 de setembro, 20 artesãos, cooperativas, associações e empresas de 14 estados participam da Jornada Exportadora Artesanato 2026, promovida pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). O Sistema OCB é parceiro institucional da iniciativa, que faz parte do programa Brasil Feito à Mão, voltado à qualificação e à promoção internacional do artesanato brasileiro. A programação reúne capacitação, visitas técnicas, encontros com compradores europeus e participação na Maison&amp;Objet, uma das principais feiras internacionais de decoração e design. A missão foi formada a partir de 267 inscrições. Para chegar à seleção final, os participantes foram avaliados em critérios como preparação para exportar, participação em capacitações, presença digital, potencial dos produtos e maturidade do negócio. Também foram considerados aspectos como design, acabamento, matérias-primas, identidade cultural e adequação ao mercado francês. A delegação reúne representantes do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Entre os participantes estão as cooperativas Copamart, Comart e TuriarteTuriarte, que levam à missão produtos e saberes do artesanato cooperativo brasileiro. Ao todo, 25% dos selecionados são cooperativas e associações, 55% são artesãos individuais ou grupos com marca própria e 20% são empresas que comercializam produtos artesanais ou trabalham em parceria com artesãos. A participação feminina também é expressiva: 90% dos negócios são liderados por mulheres. “A experiência representa uma oportunidade de conhecer de perto um mercado com novas demandas e possibilidades de comercialização. Ao mesmo tempo, permite apresentar ao público internacional produtos que carregam técnicas, materiais e conhecimentos construídos ao longo de gerações”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Preparação A viagem é resultado de um processo que começou antes da chegada a Paris. Nos últimos meses, os participantes participaram de quatro webinars, que somaram cerca de dez horas de capacitação sobre temas como marketing internacional, formação para rodadas de negócios, seguro de crédito à exportação e características do mercado francês de acessórios, casa e decoração. O Sistema OCB também atuou diretamente na preparação das cooperativas participantes, com reuniões preparatórias, desenvolvimento de folder comercial bilíngue e acompanhamento técnico ao longo da Jornada. Também receberam acompanhamento individual de consultores credenciados pelo Apex+Perto. Durante dois meses, foram trabalhados temas como formação de preços, estratégia de vendas, posicionamento, marketing e procedimentos para exportação. Onze participantes fazem, ainda, parte da Trilha do Conhecimento para Exportação de Artesanato Brasileiro, iniciada em abril. De Paris para o mundo Na capital francesa, a programação começa com um seminário sobre o funcionamento do mercado local. Especialistas vão apresentar regras e canais de comercialização, tendências de consumo e estratégias para posicionar produtos diante do público francês. A agenda também terá uma rodada de negócios com dez compradores de oito países: Alemanha, Irlanda, Reino Unido, Grécia, Portugal, Holanda, Bélgica e França. O objetivo é aproximar a produção brasileira de potenciais parceiros comerciais e transformar a preparação em oportunidades concretas. O encerramento será na Maison&amp;Objet. Além de conhecer a feira e o pavilhão brasileiro, nove empresas participantes da jornada foram selecionadas para expor seus produtos no evento. A iniciativa reúne o trabalho de ApexBrasil, Sistema OCB, Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), por meio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), e Sebrae. Saiba Mais: Dia C transforma cooperação em milhares de gestos pelo Brasil Cooperativas avançam para atuar diretamente em telecomunicações Portfólio de Soluções amplia atuação do Sistema OCB com escala e estratégia local

 

[![Sistema OCB integra missão que leva artesanato brasileiro à Europa](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-integra-missao-que-leva-artesanato-brasileiro-a-europa)

 

[![Dia C transforma cooperação em milhares de gestos pelo Brasil ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/dia-c-transforma-cooperacao-em-milhares-de-gestos-pelo-brasil)

 

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01/09/2026

 

 [#### Sistema OCB leva ao MIDR proposta para ampliar acesso ao FNE

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-ao-midr-proposta-para-ampliar-acesso-ao-fne)Agenda inclui medidas para ampliar a participação das cooperativas e projeto-piloto para levar recursos do FNE a municípios sem agência do BNB O Sistema OCB apresentou ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) e ao Banco do Nordeste (BNB), nesta terça-feira (1º), as Propostas do Cooperativismo de Crédito aos Fundos Constitucionais. O documento reúne medidas legislativas, regulatórias e operacionais para o Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO), o Fundo Constitucional do Norte (FNO) e o Fundo Constitucional do Nordeste (FNE) e inclui, como uma das iniciativas prioritárias, o Projeto-piloto para viabilizar o acesso do cooperativismo de crédito aos recursos do FNE. A reunião foi conduzida pela superintendente do Sistema OCB, Fabíola Nader Motta, e contou com a participação do secretário nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Corrêa Tavares, representantes técnicos da Secretaria e do BNB, banco administrador do FNE. Construído em conjunto com os sistemas cooperativistas de crédito, as Organizações Estaduais do Sistema OCB (OCEs) e o Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito, o documento “Propostas do Cooperativismo de Crédito aos Fundos Constitucionais 2027” contribui para as discussões das Programações Anuais de 2027 do FCO, FNO e FNE. A agenda está organizada em três frentes. No campo legislativo, propõe alterações na Lei 7.827/1989 para ampliar ao FNE condições já aplicadas ao cooperativismo no FCO e no FNO. Na frente regulatória, estão ajustes para ampliar a participação das cooperativas na política dos Fundos. Já no eixo operacional, as propostas contemplam a expansão das linhas de financiamento e dos perfis de tomadores que podem ser atendidos pelas instituições cooperativas. “A participação das cooperativas de crédito nos Fundos Constitucionais é uma agenda que combina desenvolvimento regional, inclusão financeira e maior capilaridade na aplicação dos recursos. Estamos apresentando propostas construídas com o setor e que podem contribuir para tornar essas políticas públicas ainda mais acessíveis nos territórios”, destacou Fabíola. Projeto-piloto para o FNE Entre as propostas apresentadas ao MIDR está o projeto-piloto que prevê a participação dos bancos cooperativos Sicoob e Sicredi como instituições repassadoras de recursos do FNE, sendo o Banco do Nordeste o administrador do Fundo. O modelo foi desenhado para alcançar 315 municípios da área de atuação da Sudene que possuem postos de atendimento cooperativo, mas não contam com agência física do BNB. Ao todo, são 371 postos já instalados nesses municípios. A iniciativa utiliza uma possibilidade prevista na regulamentação do FNE. A Programação Anual do Fundo permite que entre 1% e 3% dos recursos sejam repassados a outras instituições financeiras. Para o piloto, a proposta estabelece limite de até R$ 300 milhões por exercício, conforme a demanda e os parâmetros definidos para o Fundo. O desenho também mantém a distribuição de responsabilidades entre as instituições: o risco de crédito permanece integralmente com o agente repassador, enquanto a remuneração do banco administrador não sofre alteração. A vigência prevista é de 24 meses, sendo seis meses para estruturação e integração dos sistemas e 18 meses para execução monitorada. “A expectativa é avançar na articulação com a Secretaria, a Sudene e o Banco do Nordeste para que o projeto seja formalmente apresentado ao banco administrador e os instrumentos possam ser assinados ainda em 2026. Queremos preparar a operação para o ciclo da Programação Anual do FNE de 2027”, destacou Fabíola. Mais capilaridade para os recursos A proposta considera a complementaridade entre as redes de atendimento. Dados do Banco Central, com posição em dezembro de 2025, mostram que as cooperativas de crédito possuem mais de 10,5 mil pontos de atendimento no país, estão presentes em 59% dos municípios brasileiros e são a única instituição financeira em 1.072 cidades. Na área de abrangência do FNE, 503 municípios contam atualmente com postos de atendimento cooperativo. A inserção do modelo na política pública dedicada ao nordeste pode ampliar a presença física da política de financiamento em municípios que hoje têm cobertura mais limitada. Dos 315 municípios previstos no piloto, 234 estão localizados no semiárido. Minas Gerais concentra a maior parte deles, com 160 municípios e 177 postos cooperativos, seguido pela Bahia, com 78 municípios e 87 postos. A proposta para o FNE também considera a experiência acumulada pelo cooperativismo de crédito na operação dos outros Fundos Constitucionais. No FCO e no FNO, os sistemas cooperativos já participam da aplicação de recursos e, desde 2015, realizaram mais de R$ 7,7 bilhões em mais de 26,8 mil operações. Em 2025, foram R$ 2,2 bilhões em aproximadamente 8 mil operações, maior volume anual da série. A apresentação ao MIDR abre agora uma etapa de articulação com os órgãos envolvidos na gestão dos Fundos Constitucionais. A expectativa do Sistema OCB é avançar nas discussões das propostas e preparar as condições para que as medidas possam contribuir para a programação dos recursos de 2027. Saiba Mais: Solução Eficiência energética transforma dados em decisões Sistema OCB debate novos mercados de seguros em congresso nacional Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização

 

[![Sistema OCB leva ao MIDR proposta para ampliar acesso ao FNE](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-ao-midr-proposta-para-ampliar-acesso-ao-fne)

 

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01/09/2026

 

 [#### Sistema OCB debate novos mercados de seguros em congresso nacional 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-debate-novos-mercados-de-seguros-em-congresso-nacional)Entidade participou de painel cooperativas e Proteção Patrimonial Mutualista no Rio de Janeiro A abertura de novos modelos de proteção está mudando o cenário do mercado de seguros no Brasil e colocando as cooperativas no centro de uma discussão que envolve regulação, distribuição e acesso à proteção. O tema foi debatido durante o 24º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, realizado de 27 a 29 de agosto, no Rio de Janeiro, com participação do Sistema OCB. No painel Novos Mercados de PPM e Cooperativas de Seguros, Hugo Andrade, coordenador de Ramos do Sistema OCB, discutiu os caminhos que se abrem para o cooperativismo a partir da regulamentação da Proteção Patrimonial Mutualista (PPM) e, em especial, das cooperativas de seguros. Durante o painel, foi apresentado o processo de regulamentação dos novos modelos e destacado o espaço ainda existente para o desenvolvimento de estruturas cooperativas e mutualistas no país. A discussão trouxe para o centro do debate a possibilidade de ampliar a oferta de proteção e, ao mesmo tempo, criar novas oportunidades de atuação para os profissionais da distribuição de seguros. Para o cooperativismo, a regulamentação representa uma mudança importante. A Lei Complementar (LC) 213/2025 e a Resolução CNSP 492/2026 estabeleceram novas regras para a atuação das cooperativas de seguros, o que criou um ambiente regulatório específico para as cooperativas que surgirão. A agenda também exige preparação dos profissionais que estarão na ponta. Hugo destacou a importância de conhecer a legislação e compreender as particularidades do cooperativismo para atuar no novo segmento. “A regulamentação abre uma nova frente para o cooperativismo ao criar um ambiente mais seguro para o desenvolvimento das cooperativas. Agora, o desafio é transformar esse marco em oportunidades concretas, com qualificação, boa governança e modelos de atuação que atendam às necessidades dos cooperados e do mercado”, afirmou. O painel contou ainda com a presença de Carlos Queiroz, diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep); João Armando de Castro Santos, presidente do Sicoob Credseguro; e Marco Antonio Gonçalves, presidente do Conselho Consultivo da MAG e do Fórum Mário Petrelli. A mediação foi de Marcelo Augusto Camacho Rocha, da Escola de Negócios e Seguros (ENS). A discussão ocorreu no último dia do congresso, que teve como tema A nova era da distribuição de seguros no Brasil. Ao longo da programação, o evento reuniu representantes de seguradoras, corretores, entidades e órgãos reguladores para tratar das transformações que impactam o setor, entre elas mudanças regulatórias, novas tecnologias e comportamento dos consumidores. Saiba Mais: Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios Cooperativas ampliam atuação na agenda de descarbonização

 

[![Sistema OCB debate novos mercados de seguros em congresso nacional ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-debate-novos-mercados-de-seguros-em-congresso-nacional)

 

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28/08/2026

 

 [#### Sistema OCB leva demandas do cooperativismo mineral à Exposibram 2026

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-demandas-do-cooperativismo-mineral-a-exposibram-2026)Participação no evento debateu representação do setor e caminhos para comercialização legal do ouro O cooperativismo mineral marcou presença na Exposibram 2026, um dos principais encontros do setor mineral no Brasil. Representantes do Sistema OCB participaram do Fórum das Entidades, ao lado do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e de outras organizações representativas. A presença contribuiu para as discussões sobre os desafios e os caminhos para o desenvolvimento da mineração no país. Representando o Sistema OCB estiveram Letícia Monteiro, analista Técnica e Econômica, e Gilson Camboim, Coordenador Nacional do Cooperativismo Mineral da OCB e presidente da Federação das Cooperativas de Mineração do Estado de Mato Grosso (Fecomin). Um dos principais pontos discutidos foi a necessidade de reconhecer a diversidade que compõe o setor mineral brasileiro. A participação de diferentes segmentos na construção de políticas públicas e na representação junto ao Poder Legislativo foi destacada como fundamental para que as decisões considerem as características e os desafios específicos de cada atividade. A programação também abriu espaço para uma discussão diretamente ligada às cooperativas minerais. Gilson participou do talk show Os controles na comercialização de ouro no Brasil, que reuniu representantes do terceiro setor, da Polícia Federal, do Ministério Público e da Agência Nacional de Mineração (ANM). O debate abordou questões como rastreabilidade, formalização da atividade e comercialização do ouro produzido no país. Para as cooperativas minerais, o tema tem impacto direto, já que dificuldades relacionadas ao escoamento e à comercialização podem comprometer a atividade de organizações que atuam dentro da legalidade. Formalização A discussão também colocou em evidência o papel das cooperativas na organização da atividade garimpeira. Ao estruturar produtores, estabelecer processos e ampliar a transparência das operações, o modelo cooperativista pode contribuir para uma cadeia do ouro mais organizada e rastreável. Nesse cenário, a formalização da atividade por meio do cooperativismo é apontada como um dos caminhos para garantir que a produção legal das cooperativas tenha acesso ao mercado e possa ser comercializada com segurança. Para Letícia, a participação na Exposibram foi importante justamente por ampliar a presença do cooperativismo nos debates que envolvem o futuro da mineração brasileira. “As cooperativas têm características e desafios próprios e precisam ser consideradas na construção das políticas públicas. No caso do ouro, avançar na formalização, na rastreabilidade e na comercialização passa também por fortalecer o cooperativismo mineral, que tem capacidade de organizar a atividade e dar mais segurança para que a produção legal chegue ao mercado”, defendeu. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

[![Sistema OCB leva demandas do cooperativismo mineral à Exposibram 2026](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-leva-demandas-do-cooperativismo-mineral-a-exposibram-2026)

 

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28/08/2026

 

 [#### Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/coop-de-seguros-ganha-espaco-e-abre-novas-oportunidades-no-brasil)No Concred, Clara Maffia destacou potencial do novo ramo e os desafios para sua consolidação O cooperativismo de seguros entra em uma nova fase no Brasil. Com a regulamentação específica do setor, as cooperativas passam a ter um ambiente mais claro para atuar em um mercado que pode ampliar o acesso à proteção, estimular a concorrência e gerar novas oportunidades de negócios. O tema foi debatido durante o painel Cooperativismo de Seguros: Uma Nova Fronteira para o Cooperativismo Brasileiro, realizado durante o 16º Concred, nesta sexta-feira (28). Representando o Sistema OCB, a gerente geral de Negócios, Clara Maffia, apresentou um panorama do novo ramo ao lado de Ricardo Balbinot, Presidente da Cresol Mato Grosso e diretor institucional da OCB/MT. Clara chamou atenção para o potencial de participação das cooperativas brasileiras. Segundo ela, a chegada ao mercado de seguros não deve ser vista apenas como uma nova frente de negócios, mas como uma oportunidade de levar a lógica cooperativista a mais pessoas e territórios. “O cooperativismo de seguros chega para ampliar o acesso à proteção e colocar o cooperado no centro do negócio. Temos a oportunidade de construir um mercado mais acessível, competitivo e alinhado às necessidades reais das pessoas, sem perder de vista a identidade e os princípios que fazem parte do nosso modelo”, afirmou a gerente. Entre os pontos destacados na apresentação de Clara estão a possibilidade de ampliar a oferta de seguros, especialmente em regiões onde a presença das seguradoras tradicionais ainda é menor, e a perspectiva de tornar produtos mais acessíveis. A atuação cooperativista também pode contribuir para fortalecer economias locais e regionais, com uma relação mais próxima entre cooperativa e cooperado. Para a gerente, a entrada no segmento também abre espaço para a intercooperação. Cooperativas de diferentes ramos podem contribuir com estrutura, tecnologia, conhecimento dos seus públicos e experiência na gestão de riscos, criando condições para novos modelos de atuação. O cooperativismo de crédito, o agropecuário e o de transporte, por exemplo, aparecem entre os segmentos com maior potencial de conexão. “O cooperativismo brasileiro já tem capilaridade, relacionamento com milhões de cooperados e experiência em diferentes atividades econômicas. Essa base pode ser uma vantagem importante para o desenvolvimento dos seguros, desde que saibamos transformar essa presença em soluções bem estruturadas e sustentáveis”, acrescentou Clara. Um mercado em construção A regulamentação representa um passo importante para dar segurança às cooperativas interessadas em ingressar no segmento. A apresentação citou a Lei Complementar 213/2025 e a Resolução CNSP 492/2026, além de outras normas que estabelecem requisitos para constituição, governança e operação das cooperativas de seguros. Clara destacou ainda que a abertura do mercado vem acompanhada de responsabilidades. Entre os desafios, ela citou a necessidade de aporte inicial, a construção de uma governança adequada, a sustentabilidade financeira no longo prazo e a capacidade de competir em um setor formado por empresas tradicionais. A transformação digital, o uso de inteligência artificial e as mudanças sociais, ambientais e climáticas também exigirão adaptação constante. “A regulamentação cria uma porta de entrada, mas ela não garante, sozinha, o sucesso das cooperativas. É preciso planejamento, capital, governança e uma operação preparada para o longo prazo. O desafio é crescer com consistência e, ao mesmo tempo, preservar aquilo que diferencia o cooperativismo””, argumentou. A expectativa é que o novo ramo contribua para ampliar a cultura de proteção e prevenção no país e fortaleça a presença brasileira em um dos maiores segmentos do cooperativismo mundial. Para isso, será necessário combinar a capacidade de inovação do setor com os fundamentos do modelo cooperativista. “Temos diante de nós uma oportunidade que exige visão de futuro. O cooperativismo de seguros pode gerar valor econômico e social, ampliar a proteção de brasileiros e aproximar ainda mais o cooperado das decisões sobre o negócio. Um futuro mais seguro também pode ser construído com cooperação” finalizou Clara. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

[![Coop de seguros ganha espaço e abre novas oportunidades no Brasil ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/coop-de-seguros-ganha-espaco-e-abre-novas-oportunidades-no-brasil)

 

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28/08/2026

 

 [#### Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/cartilha-do-sistema-ocb-aproxima-cooperativas-de-credito-e-municipios)Publicação lançada durante o 16º Concred reúne orientações sobre movimentação de recursos públicos A relação entre cooperativas de crédito e prefeituras ganhou novos caminhos para contribuir com o desenvolvimento local. Durante o 16º Concred, realizado nesta sexta-feira (28), o Sistema OCB participou do lançamento da 3ª edição da cartilha Retenção de Riqueza nos Municípios — Relação entre Cooperativas de Crédito e Entes Públicos Municipais. O lançamento contou com a participação de Cledir Magri, presidente da Cresol Confederação e coordenador do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco/OCB), e Eduardo Queiroz, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB. Produzida pelo Sistema OCB em parceria com o Sebrae e o Banco Central do Brasil, a publicação reúne orientações para gestores municipais sobre a movimentação de recursos públicos em cooperativas de crédito. A proposta busca aproximar as administrações municipais de instituições que conhecem a realidade local e fazem os recursos circularem no próprio território. A nova edição também incorpora as mudanças trazidas pela Resolução CMN 5.273/2025, que ampliou a possibilidade de captação de recursos municipais pelas cooperativas de crédito. Com a atualização, o material apresenta as novas regras e os caminhos para que prefeitos e equipes técnicas conheçam melhor as possibilidades dessa relação. Relacionamento Atualmente, as cooperativas de crédito mantêm relacionamento com mais de 5,5 mil entes municipais, em cerca de 2,9 mil municípios. Em dezembro de 2025, os depósitos no segmento chegaram a R$ 4,33 bilhões, segundo dados do Banco Central. A atuação das cooperativas também tem um papel importante em localidades onde o acesso a serviços financeiros é mais limitado. Em 1.072 municípios brasileiros, elas são a única instituição financeira presente, o que amplia sua contribuição para produtores, empreendedores e demais atividades que movimentam a economia dessas cidades. Durante o lançamento, Eduardo destacou a importância de transformar as possibilidades previstas na legislação em relações concretas entre cooperativas e gestores públicos. A nova cartilha chega, segundo ele, justamente, para facilitar esse diálogo e apoiar quem busca alternativas para manter os recursos circulando mais perto de onde são gerados. “A cartilha busca servir como um ponto de partida para novas parcerias. A expectativa é que prefeitos, equipes municipais e lideranças cooperativistas encontrem no material informações para transformar uma possibilidade institucional em ações capazes de movimentar a economia de cada município”, destacou o gerente. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

[![Cartilha do Sistema OCB aproxima cooperativas de crédito e municípios ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/cartilha-do-sistema-ocb-aproxima-cooperativas-de-credito-e-municipios)

 

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27/08/2026

 

 [#### Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/crescimento-com-proposito-marca-debate-do-sistema-ocb-no-concred)Tania Zanella destacou a cultura cooperativista como base para o crescimento sustentável do Ramo Crédito A presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, foi uma das palestrantes da plenária principal do primeiro dia do 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred), realizado em Goiânia (GO), nesta quinta-feira (27). Com o tema Cooperativismo: crescimento com propósito, ela abordou os desafios que acompanham a expansão do setor e defendeu o fortalecimento da cultura cooperativista como parte desse processo. Durante a palestra, realizada no bloco Da Cooperação à Escala: fortalecendo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), Tania chamou atenção para o ritmo de crescimento do cooperativismo. Em 2025, o movimento brasileiro alcançou 29 milhões de cooperados, ante 15,5 milhões em 2019. O Ramo Crédito responde por cerca de 23 milhões desse total. Para a presidente executiva, os números mostram a força do setor, mas também trazem uma questão importante: como garantir que esse crescimento seja acompanhado pela compreensão do que significa fazer parte de uma cooperativa? “Estamos crescendo e levando o cooperativismo para cada vez mais pessoas. Mas precisamos olhar para esse crescimento e entender se quem chega conhece, de fato, o modelo do qual está fazendo parte”, afirmou. A reflexão conduziu a discussão sobre cultura cooperativista, tema que tem sido trabalhado pelo Sistema OCB a partir da Pesquisa Nacional do Cooperativismo e de uma investigação específica sobre o assunto. Tania destacou desafios relacionados ao conhecimento sobre o modelo, à participação dos cooperados e à preparação de novas lideranças. Segundo ela, a expansão das cooperativas exige atenção para que sua identidade seja preservada. “Nosso desafio é crescer sem perder aquilo que nos diferencia. A cultura cooperativista precisa estar presente na relação com o cooperado, na formação das lideranças e nas decisões que tomamos para o futuro”, acrescentou. Evolução A apresentação também abordou transformações que já impactam o setor, como o avanço da inteligência artificial, a agenda ESG e as mudanças no perfil das novas gerações. Para Tania, a tecnologia amplia possibilidades, mas torna ainda mais importante investir em capacidades humanas, como criatividade, diálogo e construção coletiva. Nesse cenário, ela apresentou a atuação do Sistema OCB no apoio às cooperativas e os caminhos desenvolvidos pela entidade para responder a desafios relacionados à governança, à educação cooperativista, à formação de lideranças e ao fortalecimento da cultura do movimento. A participação de Tania na plenária principal levou ao centro do Concred uma discussão que dialoga diretamente com o momento vivido pelo cooperativismo financeiro: ampliar escala, competitividade e presença no mercado sem perder a conexão com os princípios que deram origem ao modelo. Saiba Mais: Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento

 

[![Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/crescimento-com-proposito-marca-debate-do-sistema-ocb-no-concred)

 

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27/08/2026

 

 [#### Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-destaca-expansao-e-identidade-cooperativista-no-concred)Presidente Márcio participou da abertura e abordou desafios e próximos passos do setor O cooperativismo de crédito se reúne, a partir desta quarta-feira (26), em Goiânia (GO), para discutir os caminhos de um setor que já alcança milhões de brasileiros e ocupa um espaço cada vez maior no sistema financeiro nacional. A abertura do 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred) contou com a participação do presidente do Conselho de Administração do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que destacou a força do ramo e a importância de manter a identidade cooperativista diante de um cenário de crescimento e transformação. Márcio levou à abertura uma mensagem de valorização da trajetória construída pelo cooperativismo de crédito e de reconhecimento ao papel que as cooperativas desempenham na ampliação do acesso a serviços financeiros e no desenvolvimento das comunidades. Atualmente, o ramo reúne cerca de 23 milhões de cooperados, 682 cooperativas e mais de R$ 1,1 trilhão em ativos. Ao falar aos congressistas, o presidente destacou que os números revelam a dimensão alcançada pelo setor, mas não resumem a sua importância. A proximidade com os cooperados, a presença nos territórios e a participação das pessoas nas decisões continuam sendo características que diferenciam o modelo cooperativista. “Nosso crescimento é resultado de um modelo que coloca as pessoas no centro das decisões. O desafio, agora, é continuar a avançar, ganhar escala e incorporar novas soluções sem perder aquilo que nos trouxe até aqui: a nossa essência cooperativista”, afirmou Márcio. A cerimônia de abertura reuniu representantes do poder público, do sistema financeiro e das principais lideranças do cooperativismo de crédito. Ao lado de Márcio Lopes de Freitas, participaram da mesa o prefeito de Goiânia, Sandro Mabel; o presidente da Confebras, Luiz Lesse Moura Santos; o presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira; os presidentes da Central Sicredi Brasil Central, Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira, do Sicoob Nova Central, Marcelo Baiocchi Carneiro, e da Central Sicoob Uni, Raimundo Nonato Leite Pinto. Também participaram Carolina Pancotto Bohrer, chefe do Departamento de Organização do Sistema Financeiro do Banco Central; o deputado Arnaldo Jardim (SP), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop); Rodrigo de Sousa Soares, diretor-presidente interino do Sebrae; e Marcelo Porteiro Cardoso, superintendente da Área de Operações e Canais Digitais do BNDES. A edição deste ano celebra duas datas importantes: os 40 anos da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) e os 70 anos do Sistema OCB/GO. Para Márcio, as duas trajetórias ajudam a contar a própria história de expansão e consolidação do cooperativismo de crédito no Brasil. Realizado de 26 a 28 de agosto, no Centro de Convenções da PUC Goiás, o 16º Concred tem como tema Cooperativismo Financeiro: no campo e na cidade, juntos na construção de um futuro sustentável. Com correalização do Sistema OCB/GO e apoio e patrocínio do Sistema OCB, o congresso reúne lideranças e especialistas para debater assuntos que estão entre os principais desafios do setor, como risco climático, inteligência artificial, governança, intercooperação e cenário macroeconômico. Saiba Mais: Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento Cooperação internacional avança em agendas com Japão e China

 

[![Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-destaca-expansao-e-identidade-cooperativista-no-concred)

 

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27/08/2026

 

 [#### Cooperativismo avança na agenda de seguros no Brasil 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-participa-do-3-forum-irb-p-d-e-lanca-livro-sobre-seguros)Fórum IRB(P&amp;D) destaca papel do modelo na ampliação da cobertura e na redução da lacuna de proteção O Sistema OCB esteve presente nesta quarta-feira (26), no Rio de Janeiro, na terceira edição do Fórum IRB(P&amp;D), que reuniu representantes do setor de seguros para discutir caminhos de ampliação da cobertura securitária no Brasil. Com o tema Não há futuro sem seguro: ciência, inovação e resiliência para ampliar a proteção, o evento teve o apoio da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) e do Instituto IRB. A programação reservou espaço de destaque para o cooperativismo. Em um dos painéis do dia, dedicado ao papel do setor na redução da lacuna de proteção do país, representantes do Sicoob, do Sicredi e da Cresol discutiram as perspectivas do cooperativismo de seguros, pauta que o segmento de crédito tem conduzido em conjunto com o Sistema OCB. "Temos avançado, junto com as centrais e confederações do Ramo Crédito, na construção de uma agenda própria para o cooperativismo de seguros. Participar de um espaço como o Fórum IRB(P&amp;D), ao lado de Sicoob, Sicredi e Cresol, mostra que essa discussão já ocupa lugar relevante no debate nacional sobre proteção e gestão de riscos", afirmou Hugo Andrade, coordenador de Processos do Sistema OCB. Durante o fórum, também foi lançado o livro O futuro do mercado de seguros: perspectivas e desafios para a evolução do setor no Brasil, coordenado por Otávio Damaso, Pedro Eroles, Reinaldo Marques e Vinicius Ratton Brandi. Dividida em dois volumes, a obra reúne capítulos assinados por profissionais e instituições ligados ao mercado segurador, entre eles o Sistema OCB, o Sicoob, a Cresol e o Sicredi, cada um responsável por um capítulo próprio. Pelo Sistema OCB, o capítulo foi escrito por Clara Maffia, gerente geral de Negócios, Hugo Andrade e Daniel Antunes, coordenador societário. "É uma satisfação ver o cooperativismo integrado a uma publicação dessa envergadura, que vai circular entre estudantes, profissionais e formuladores de política do setor. Nosso capítulo busca justamente mostrar como o modelo cooperativo pode contribuir para levar proteção a quem hoje ainda está descoberto", acrescentou Hugo. Saiba Mais: Crescimento com propósito marca debate do Sistema OCB no Concred Sistema OCB destaca expansão e identidade cooperativista no Concred Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país

 

[![Cooperativismo avança na agenda de seguros no Brasil ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-participa-do-3-forum-irb-p-d-e-lanca-livro-sobre-seguros)

 

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27/08/2026

 

 [#### Coordenação do Ceco debate pautas estratégicas em reunião em Goiânia

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/coordenacao-do-ceco-debate-pautas-estrategicas-em-reuniao-em-goiania)Encontro alinhou posições sobre temas que impactam atuação do cooperativismo de crédito A Coordenação do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (Ceco) realizou, nesta quarta-feira (26), uma reunião presencial em Goiânia (GO). O encontro ocorreu durante o 16º Congresso Brasileiro do Cooperativismo de Crédito (Concred) e reuniu lideranças do setor para discutir pautas estratégicas que estão no radar do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC). Na agenda, os participantes acompanharam atualizações e discutiram temas com impacto direto na atuação das cooperativas de crédito, como a Reforma Tributária, a renegociação de dívidas rurais, o Seguro Rural, os fundos constitucionais e questões relacionadas à Lei 14.967/2024, que institui o Estatuto da Segurança Privada e da Segurança das Instituições Financeiras. Também foram apresentados os desdobramentos de propostas em tramitação, entre elas o Projeto de Lei (PL) 5.122/2023 e a Medida Provisória (MP) 1.376/2026, que tratam da renegociação de dívidas rurais, além do PL 2.951/2024 (novas regras para o Seguro Rural). A reunião permitiu alinhar o acompanhamento dessas pautas e discutir os possíveis reflexos para o cooperativismo de crédito. Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, o encontro presencial foi uma oportunidade para aproximar as lideranças e organizar uma atuação conjunta diante dos assuntos que movimentam o setor. “São temas que exigem acompanhamento constante e diálogo entre as cooperativas e suas representações. Reunir a coordenação do Ceco em um momento como o Concred nos permite atualizar a agenda, compartilhar diferentes visões e alinhar os próximos passos em relação às pautas que podem impactar o cooperativismo de crédito”, afirmou. A escolha de Goiânia para o encontro também aproveitou a presença de representantes de cooperativas de crédito de diferentes regiões do país no Concred. Realizado de 26 a 28 de agosto, o congresso reúne dirigentes, executivos e especialistas para debater os desafios e as perspectivas do cooperativismo financeiro. Segundo Tania, a atuação coordenada é fundamental para que o setor acompanhe as mudanças em curso e participe das discussões que afetam o ambiente de negócios das cooperativas. “O cooperativismo de crédito tem crescido e ampliado sua presença no sistema financeiro. Esse movimento traz novas oportunidades, mas também exige atenção às mudanças regulatórias e institucionais. O papel do Ceco é justamente contribuir para esse acompanhamento e manter o setor mobilizado em torno de uma agenda comum”, completou. Saiba Mais: Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento

 

[![Coordenação do Ceco debate pautas estratégicas em reunião em Goiânia](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/coordenacao-do-ceco-debate-pautas-estrategicas-em-reuniao-em-goiania)

 

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27/08/2026

 

 [#### Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/dia-c-reune-cooperativas-em-acoes-de-solidariedade-por-todo-o-pais)Mobilização leva serviços gratuitos, saúde, educação, cultura e sustentabilidade às comunidades No dia 29 de agosto, cooperativas de diferentes estados brasileiros estarão mobilizadas em mais uma edição do Dia de Cooperar, o Dia C. A iniciativa vai reunir voluntários, cooperados e parceiros em ações gratuitas que aproximam o cooperativismo das comunidades e colocam em prática o sétimo princípio do movimento: o interesse pela comunidade. A programação inclui atendimentos de saúde, atividades educativas e culturais, esporte, arrecadação de donativos, ações ambientais e iniciativas de bem-estar. O Dia C reúne projetos com diferentes formatos e públicos. Em alguns estados, a mobilização terá grandes eventos comunitários. Em outros, as cooperativas desenvolverão campanhas próprias ou atividades ao longo do ano para mostrar que o voluntariado cooperativista se adapta às necessidades de cada território. “A dinâmica mostra que o Dia C vai além de uma celebração pontual. Ao conectar cooperativas, voluntários e comunidades em torno de necessidades concretas, a iniciativa transforma o princípio do interesse pela comunidade em ações que podem permanecer depois do calendário oficial”, afirma a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella. Saúde, cidadania e educação Em Alagoas, 15 cooperativas participam de uma grande mobilização no estacionamento do Maceió Shopping. A programação conta com serviços de saúde, vacinação, primeiros socorros, orientações sobre saúde bucal, educação financeira e orientação empresarial. Também haverá atividades para crianças, oficinas, ações de saúde mental, bem-estar, cultura, beleza e sustentabilidade. A saúde também está no palco das ações em Goiás, com consultas cardiológicas, eletrocardiogramas, aferição de pressão, testes de glicemia, avaliações nutricionais e de enfermagem. A programação inclui ainda doação de sangue, cadastro de doadores de medula óssea, distribuição de alimentos e materiais de higiene, além de atividades de educação financeira, reciclagem e distribuição de mudas. No Ceará e em Sergipe, a programação combina prevenção e cidadania. Entre as iniciativas estão atendimentos de saúde, vacinação, orientações sobre saúde da mulher, saúde bucal, testes rápidos, primeiros socorros e atividades de bem-estar. Em Sergipe, a agenda contempla educação financeira e fiscal, ações ambientais, troca de lâmpadas, distribuição de mudas e programação cultural. O Distrito Federal terá atendimentos gratuitos nas áreas de saúde e educação financeira, além de atividades de recreação, reciclagem e energia renovável. No Rio de Janeiro, a programação reúne serviços de saúde, educação financeira, atividades infantis e recreativas, além de uma campanha para arrecadação de alimentos, brinquedos e livros. Em Roraima, cooperativas participam de uma mobilização para arrecadar e entregar donativos a famílias venezuelanas atingidas pelos terremotos registrados em 2026. No Paraná, a campanha estadual de doação de sangue mobiliza cooperativas, os comitês Elas pelo Coop e Geração C, além de órgãos parceiros da área da saúde. Solidariedade que também se movimenta O esporte será uma das ferramentas usadas para mobilizar as comunidades. No Maranhão, a Corrida da Cooperação terá caráter solidário, com inscrições vinculadas à doação de cestas básicas para famílias em situação de vulnerabilidade. O Pará terá corridas da cooperação em diferentes municípios, além de pedal solidário, ações de bem-estar e mobilizações para arrecadação de alimentos e recursos destinados a projetos sociais. Na Paraíba, um pedal solidário em Patos deve reunir cerca de 800 participantes. Pernambuco terá caminhada cooperativista, atividades físicas e doações de alimentos para escolas. Já o Espírito Santo combina esporte e voluntariado com a Corrida da Cooperação e ações intercooperativas de atendimento à comunidade. Cultura, meio ambiente e novas gerações O Dia C tem espaço ainda para cultura e educação. Em Mato Grosso, o espetáculo teatral Terra de Muitas Mãos integra o projeto Dia C na Linha do Coop e celebra os 50 anos do cooperativismo no estado por meio de teatro, música e participação de diferentes cooperativas. Em Mato Grosso do Sul, crianças poderão participar de atividades recreativas, educação financeira com mercadinho educativo, cinema e ações de educação cooperativista. A programação inclui ainda a pescaria Pesque e Plante, com distribuição de mudas, além de serviços como corte de cabelo. Minas Gerais terá uma programação que combina formação, cultura e voluntariado. Depois de workshops, lançamento da campanha e webinar sobre voluntariado, o estado realiza uma grande celebração na Praça da Assembleia, em Belo Horizonte, com música, oficinas, atividades infantis e ações relacionadas ao cooperativismo. O estado também mantém projetos permanentes de voluntariado e iniciativas de economia circular, como o reaproveitamento e a doação de uniformes. No Rio Grande do Sul, a Casa do Cooperativismo, durante a Expointer, será um dos pontos de encontro das ações. A programação inclui atividades de saúde, bem-estar, educação financeira, economia doméstica e separação de resíduos, além de teatro e interação com mascotes. O estado também fará uma cobertura especial por meio do videocast Fala, Coop!, acompanhando as atividades e o alcance da mobilização. Saiba Mais: Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade

 

[![Dia C reúne cooperativas em ações de solidariedade por todo o país ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/dia-c-reune-cooperativas-em-acoes-de-solidariedade-por-todo-o-pais)

 

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26/08/2026

 

 [#### Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA 

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/pontos-focais-recebem-capacitacao-para-uso-institucional-de-ia)Workshop em Brasília concluiu os dois primeiros módulos da trilha projetada pelo Sistema OCB A inteligência artificial já faz parte da rotina de trabalho e, no Sistema OCB, o desafio é transformar esse movimento em conhecimento, estratégia e aplicações que façam sentido para a organização. Com esse objetivo, os pontos focais das Unidades Estaduais participantes do projeto Uso Institucional de IA estiveram em Brasília, nos dias 24 e 25 de agosto, para os dois primeiros módulos da Trilha de Capacitação em Inteligência Artificial. O projeto contempla uma etapa de letramento em inteligência artificial, voltada à preparação desses profissionais. Para isso, foram previstas quatro oficinas: Básico: Fundamentos e Governança, Intermediário: Aplicação Prática aos Processos, Avançado: Planejamento Estratégico de IA e Tecnológico: Desenvolvimento Técnico Avançado. Realizado no Auditório do Sistema OCB, o workshop integrou a segunda etapa do projeto de Uso Institucional de IA, que conta com a participação de 15 Organizações Estaduais. A capacitação teve como foco preparar os profissionais que vão apoiar a adoção da tecnologia nas OCEs. As primeiras 16 horas da trilha foram dedicadas aos módulos Básico: Fundamentos e Governança e Intermediário: Aplicação Prática aos Processos, com conteúdos e atividades voltados a situações do dia a dia das equipes. No módulo básico, foram abordados fundamentos da inteligência artificial, diferenças entre IA preditiva e generativa, ética, vieses, segurança, LGPD, modelos de IA generativa e construção de prompts. Os participantes também conheceram conceitos relacionados a assistentes e agentes, assim como tiveram contato prático com ferramentas. A segunda etapa avançou para a aplicação da IA nos processos organizacionais. Entre os conteúdos estiveram arquitetura e orquestração de assistentes e agentes e elaboração de instruções. As atividades trouxeram exemplos de atendimento às cooperativas, comunicação institucional, produção de pareceres, análise de documentos, atas e estatutos, diagnósticos, projetos, eventos e ofícios. A metodologia combinou demonstrações, atividades colaborativas e resolução de desafios. A proposta é que os pontos focais possam levar o conhecimento para suas unidades e contribuir para a utilização da inteligência artificial de forma mais estruturada no trabalho. Próximos passos A trilha de capacitação é formada por quatro módulos. Depois das etapas Básica e Intermediária, estão previstos os módulos Avançado: Planejamento Estratégico de IA e Tecnológico: Desenvolvimento Técnico Avançado, que vão tratar de planejamento, implementação, integração de sistemas e desenvolvimento de soluções de inteligência artificial. “Estamos buscando sair de um uso mais individual da inteligência artificial para uma utilização institucional, baseada em boas práticas e com atenção à segurança das informações. A ideia é que esse conhecimento seja aplicado de forma responsável, considerando a realidade de cada equipe e os processos que já fazem parte da nossa rotina” destacou Rodrigo Rangel, analista do Núcleo de Inteligência e Inovação do Sistema OCB. Saiba Mais: Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná Cooperativismo conecta liderança, participação e desenvolvimento Cooperação internacional avança em agendas com Japão e China

 

[![Pontos focais recebem capacitação para uso institucional de IA ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/pontos-focais-recebem-capacitacao-para-uso-institucional-de-ia)

 

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26/08/2026

 

 [#### Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná

 ](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-reforca-parceria-com-bndes-em-agenda-no-parana)Encontro com Aloizio Mercadante tratou de financiamento, crédito e oportunidades para o cooperativismo A relação construída entre o cooperativismo e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ganhou destaque em uma agenda institucional realizada nesta terça-feira (25), no Paraná. Representando o Sistema OCB, a gerente geral de Negócios, Clara Maffia, participou do encontro com o presidente do banco, Aloizio Mercadante, e reforçou a importância da parceria para ampliar o acesso das cooperativas a recursos e fortalecer o desenvolvimento nos municípios brasileiros. Realizado na sede da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), o encontro foi aberto pelo presidente do Conselho da entidade, José Roberto Baggio. Em seguida, o presidente executivo da Ocepar, José Roberto Ricken, apresentou um panorama do cooperativismo paranaense, com os principais números do setor, projetos apoiados pelo BNDES e demandas relacionadas ao financiamento das cooperativas. Entre os pontos apresentados por Ricken estiveram ajustes no Plano Safra, fortalecimento do seguro rural e a necessidade de buscar novas fontes de financiamento para o cooperativismo. Também foi discutida a possibilidade de mecanismos vinculados ao dólar ou a outras moedas. Outro pedido foi o apoio do BNDES nas discussões sobre a Reforma Tributária, especialmente na regulamentação relacionada às cooperativas de crédito. Foto: Reinaldo Reginato/BNDES Parceria que chega à ponta Em sua participação, Clara Maffia ressaltou que a relação entre o Sistema OCB e o BNDES vem sendo construída há anos e já resultou em dois acordos de cooperação. O mais recente foi formalizado no ano passado, com vigência de cinco anos. “O BNDES é um parceiro importante para o cooperativismo. Ao longo dos anos, esse apoio ajudou a financiar as atividades de cooperativas de diferentes ramos e também fortaleceu a atuação das cooperativas de crédito, que são fundamentais para fazer os recursos chegarem aos municípios e às pessoas”, afirmou. Clara destacou ainda a capilaridade das cooperativas de crédito no país. Segundo ela, há cerca de mil municípios brasileiros em que uma cooperativa de crédito é a única instituição financeira presente. Para ela, essa presença ajuda a explicar a importância do modelo na democratização do acesso a recursos e na movimentação das economias locais. “O cooperativismo de crédito tem uma capilaridade que faz diferença. Em muitos municípios, é a cooperativa que está presente quando outras instituições financeiras não estão. Isso mostra o potencial que temos para fazer o recurso chegar onde ele é necessário e gerar desenvolvimento”, explicou. A gerente geral também mencionou estudos que relacionam a presença de cooperativas a melhores indicadores de prosperidade nos municípios. A avaliação reforça, segundo ela, o papel do cooperativismo como parceiro estratégico de políticas de desenvolvimento. Agenda de financiamento A reunião também serviu para aproximar as demandas do setor das possibilidades de atuação do BNDES. A diversificação das fontes de financiamento aparece como uma frente importante diante dos investimentos necessários para ampliar a capacidade das cooperativas e fortalecer suas atividades. Para Clara, a continuidade do diálogo é fundamental para transformar as necessidades apresentadas pelo setor em novas oportunidades de parceria. “Saímos desse encontro reforçando uma parceria que já tem uma história muito positiva. O Sistema OCB está à disposição para continuar esse diálogo e buscar, junto ao BNDES, novas alternativas que contribuam para o crescimento das cooperativas e para o desenvolvimento do país”, concluiu. Saiba Mais: Sistema OCB debate futuro da saúde cooperativa na Suespar Cooperativismo educacional debate desafios e caminhos para o futuro Sistema OCB recebe homenagem por compromisso com sustentabilidade

 

[![Sistema OCB reforça parceria com BNDES em agenda no Paraná](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/modules/mod_allarticles/assets/img/default.webp)](https://hmlg-j5.somoscooperativismo.coop.br/noticias-eventos/sistema-ocb-reforca-parceria-com-bndes-em-agenda-no-parana)

 

 

 

 

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