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Sicredi fomenta empreendedorismo feminino por meio de crédito e educação financeira

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2024
Brasil
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ESGCOOP
ODS 13 - Ação contra a mudança global do clima
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As mulheres são a maioria da população brasileira e chefiam 50,9% dos lares no Brasil, mas, por outro lado, ainda possuem renda média menor do que a dos homens. Esse público foi o mais afetado pelo fechamento de postos de trabalho no período da pandemia de Covid-19 e muitas dessas mulheres recorreram ao empreendedorismo.

Segundo o Sebrae, apesar do Brasil possuir a sétima maior proporção de mulheres empreendedoras, a conversão dessas mulheres em donas de negócio é 40% menor em comparação aos homens, havendo, portanto, uma desistência maior no público feminino.

“As mulheres empresárias também tomam menos empréstimos em bancos, com um valor médio menor e pagam uma taxa média maior, apesar de sua taxa de inadimplência ser 12% menor que o público masculino”, afirma Mayara Estima Natorf, analista de reputação corporativa do Sicredi.

Diante de todo esse cenário, o Sicredi buscou desenvolver o “Elas Cooperam”, uma proposta de valor com soluções que englobasse produtos financeiros e ferramentas de educação para auxiliar as mulheres empreendedoras de todo o Brasil a prosperarem em seus negócios.

 

Como vai funcionar o projeto “Elas Cooperam”

Um dos primeiros passos do Sicredi foi olhar para dentro, mais especificamente para a sua carteira de crédito. A constatação foi de que apenas 20% era dedicada para mulheres, mesmo os negócios liderados por elas terem um crescimento 42% maior que os dos homens após a concessão do crédito.

“Avaliamos que, das nossas 106 cooperativas, 46 possuem o Comitê Mulher e destas, 34 possuem o microcrédito como linha de crédito com taxas atrativas – ambas premissas para o nosso projeto. Vale salientar que também avaliamos o mercado e percebemos que em outras instituições financeiras não é falado em descontos ou benefícios em taxas de juros ou em prazos”, explica Ruan Osorio Schmidt, quality engineer do Sicredi.

Após as análises e comparativos de linhas de crédito, o Sicredi optou por oferecer a linha de crédito Microcrédito, com prazo de 36 meses sem carência, e o PRONAMPE, que é o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte.

Em resumo, fazem parte do escopo do projeto “Elas Cooperam”:

  • Book de comunicação e marketing com a estratégia do projeto;
  • Sugestão de precificação e taxas para cooperativas piloto;
  • Custos de comunicação e marketing;
  • Elaboração de kit orientação operacional e negocial direcionada a esse público.

Esse escopo será sugerido para as centrais do Sicredi, que poderão replicá-lo às cooperativas singulares do sistema. “Seguindo a nossa governança onde nada é top down, apresentaremos para as cinco centrais a nossa sugestão de estratégia e orientações, para iniciar o piloto do programa”, explica Mayara.

 

Apoio além do crédito

O produto central do projeto “Elas Cooperam” é o crédito, de fato, como explica Ruan Osorio Schmidt: “recomendamos dois produtos que estudamos, com sugestão de precificação e taxas atrativas, sempre condicionando à necessidade da associada e região da nossa cooperativa”.
Mas o apoio vai além disso. O Sicredi se propõe a fazer o acompanhamento dessas mulheres por meio de programas de educação financeira e parcerias com instituições de ensino. “E traremos as vantagens do projeto para o nosso negócio e para a comunidade onde as cinco cooperativas que elegemos como piloto estão inseridas”, completa Schmidt.

O projeto também está diretamente relacionado com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, afinal contribui para as metas de inclusão e empoderamento econômico do público feminino. Um dos indicadores observados pelo Sicredi, por exemplo, é o ODS 5 (Igualdade de gêneros), cujo item 5.5 trata sobre:

– Garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública.

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A gestão do Clima Organizacional é realizada por meio de um levantamento das percepções dos colaboradores através de uma Pesquisa de Clima (anual), conduzida de maneira imparcial pela consultoria GPTW – Great Place to Work®. Após recebimento de Relatório completo dos dados, há a prática de acompanhamento da evolução dos planos de ação (presencial e online), para construção e implantação de ações, visando contribuir para o estabelecimento de um excelente ambiente para se trabalhar.

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Objetivo: Gerar energia limpa e renovável por meio da biodigestão anaeróbia dos dejetos e resíduos da agroindústria, minimizando os impactos ambientais da atividade de produção de alimentos, promovendo e incentivando as boas práticas de sustentabilidade e proteção do meio ambiente. Resultados: Projetos implantados em função da capacitação: • COOPERATIVA C. VALE Sede: Palotina, Oeste do Paraná Volume produzido: Entre 1500 a 2000 m³/dia para energia elétrica e 1050 m³/hora para uso térmico. Fonte de material utilizado: Dejetos suínos (geração energia elétrica) e efluente industrial de produção de amido de mandioca (uso térmico). COOPERATIVA CASTROLANDA Sede: Castro, Leste do Paraná Volume produzido: 12.593 nm³/dia de metano. Fonte de material utilizado: Lodo biológico ETE, Lodo tridecanter frigorifico, resíduo de batata lavador, glicina vegetal, resíduo de cerveja, ovos, óleo fritadeira, casca de batata, batata frita, farelo de fritadeira, dejetos e carcaça de suínos. COOPERATIVA COPACOL Sede: Cafelândia, Oeste do Paraná Volume produzido: Não possuem informação em volume de biogás gerado. Contudo, nos últimos três meses a geração de energia média com biogás foi de 88.116 kWh/mês. Fonte de material utilizado: Dejetos de suínos de uma Unidade de Produção de Leitões com 4.300 matrizes. COOPERATIVA FRÍSIA Sede: Carambeí, Leste do Paraná Volume produzido: 86.457 m³/mês. Fonte de material utilizado: Dejetos e carcaças provenientes da atividade de suinocultura. COOPERATIVA LAR Sede: Medianeira, Oeste do Paraná Volume produzido: 3.126.438,00 metros cúbicos de biogás, convertido em energia elétrica equivalem a 1.334.801 KWh de bioenergia (evitando a emissão de 1.719.540,9 metros cúbicos de gás metano). Fonte de material utilizado: Dejetos suínos. A unidade de produção localizada no município de Serranópolis do Iguaçu (PR) tem 3 biodigestores e produz 52% da energia consumida. Para 2021, a expectativa é produzir 100% da energia elétrica por meio do biogás.

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Em 2014, a Unimed Vitória desenvolveu a websérie Dicas de Saúde. O objetivo da cooperativa é compartilhar vídeos sobre a prevenção de doenças nas redes sociais e conscientizar os clientes e a população sobre a necessidade de focar na saúde.

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